quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Mensagem de Fim de Ano





Quem não sabe como dar ou trocar um sorriso sem mais sem menos durante todos os meses

Quem não quer buscar o sentido da palavra Paz no dia a dia...

Quem aguarda respostas ao distribuir gestos mínimos

Quem 'pensa' 'que se acha' 'dando uma' de 'bom' e de 'melhor'

Quem não se liberta dos momentos de dor nas filas dos hospitais, nas mãos dos agiotas, nas filas das ocorrências nas delegacias...

Quem somente se sente

Maior ofertando presentes caros ou quem espera ser algo a mais mediante aplausos

Entristece o rosto brigando constantemente com si próprio e são os vizinhos quem 'pagam o pato'

Há a falta de vontade em ofertar um abraço à um outro ser 'estranho' aos parentes próximos ou distantes pessoas vestem a cara da indiferença mas nunca deixarão de ser

Gente (a ausência da balança nas atitudes pesa... no fim de ano)

Não deve ser nada fácil mesmo achar alguma

Graça na Época do Natal...

O problema não está, no não se sentir tão bom é desprezar o pouco ou o

Bem que se tem... 'quem somente vê o feio, bonito lhe parece'?

A dificuldade não está no prato nem no olhar dos bolsos vazios ou cheios

Está na dor do possível

Vazio Realmente, não deve ser nada fácil compreender o sentido do

'Espírito' Natalino que as crianças enxergam com total nitidez de olhos fechados...

Crianças nascem sem celular crianças... não dirigem carros velhos ou novos crianças brigam e brincam entre si sendo ricas ou pobres crianças são solidárias, às vezes estigmatizam a 'brincadeira' começa logo na infância sendo reforçada pelos 'adultos'

Crianças... acreditam que existam bons velhinhos... até se tornarem Gente Grande.

Crianças têm prazer ao serem convidadas para ir às festas de aniversário nem todo mundo comemora bem o dia dos aniversários Sabe Amigo Jesus, a data que estipularam para lhe desejar

Felicidades... bem que podia movimentar uma

União de Pensamentos Mundiais em torno da Paz, da

Luz em favor dos Bons votos de Prosperidade para um Novo Ano...

Este dia ainda tem o sabor de um bolo de sentimentos antagônicos somente uma personalidade reconhecida como 'lenda' ou um

Homem de Boa Vontade teria a capacidade de fazer pulsar tantas

Energias ao redor

A Esperança não nasce na véspera do dia 25 de dezembro está além... da

Missa do Galo, da cor do ouro no Vaticano está nas

Casas dos Caminhos nas trilhas... sonoras dos Corações

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Tortura nunca mais.


Estudantes e servidores públicos promoveram na manhã desta quarta-feira 16 uma manifestação em favor do impeachment da governadora Yeda Crusius (PSDB) e do afastamento do deputado Coffy Rodrigues (PSDB) da relatoria da CPI da Corrupção.A manifestação, que reuniu cerca de 2 mil pessoas, iniciou em frente ao Colégio Julio de Castilhos e terminou na Praça da Matriz. Estudantes e servidores pediram o afastamento de Coffy e o impeachmente de Yeda.O Fórum dos Servidores Públicos Estaduais critica a postura dos deputados da base aliada do governo Yeda na CPI da Corrupção, principalmente a do deputado Coffy Rodrigues que vem tentando barrar as investigações.Por iniciativa do Fórum dos Servidores, monumentos de Porto Alegre e de Canoas amanheceram cobertos com um capuz com a seguinte frase: “Deputado Coffy nos deixa cobertos de vergonha – está do lado da corrupção – Fora Yeda/Impeachment Já”. Cartazes também foram colocados nas ruas dos dois municípios.Hoje à tarde, o Fórum entrega um documento exigindo o afastamento do deputado Coffy da relatoria da CPI da Corrupção ao presidente da Assembleia Legislativa, Ivar Pavan. Cópia do material será entregue também para a deputada Stela Farias, presidente da CPI.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

COMPAIXÃO NA VIDA SOCIAL.






O objetivo deste é ser um ponto de referência em busca da reflexão, principalmente através de uma visão mais crítica e pontual de diferentes pontos e acontecimentos do cotidiano. Minha visão é cristã, porém não desprezo diferentes pontos-de-vista de todas as frentes da ciência.
Não poderia me calar diante de um fato marcante nos últimos dias, que foi a execução de uma jovem iraniana de forma covarde, fria, desumana. Uma menina de 23 anos teve seus dias abreviados por uma cultura e um sistema político que despreza de forma única os valores humanos. A jovem foi condenada por um assassinato (que até na última hora negou ter realizado ou participado) sem um julgamento: de forma sumária sua vida lhe foi tirada. Apesar de toda a comoção mundial, nada foi mudado na cultura iraniana. Ela se foi, como muitas na Índia, no Brasil, na África, em todos os cantos do mundo. O que temos feito em prol da vida humana?
Será que ao menos despertamos a reflexão mesmo em nossa família?
Mas aconteceu lá no Irã, o que eu tenho com isso?
Certa vez ouvi uma frase que dizia: “não se dá valor a um desgraçado, enquanto não se prova da mesma desgraça”.
As realidades de uma sociedade estão muito próximas de nós mesmo que não as vejamos. Somos vitimados pela corrupção, pela violência, mesmo que não necessitemos diretamente do aparato do Estado. Seja no trânsito, seja nas estradas, ou até mesmo no meio ambiente, todos somos vitimados, independente de nossa posição social.
Se queremos entender o estado real de uma sociedade, devemos olhar para seus pobres e excluídos.
Quando dizemos que nossa sociedade está doente, isso reflete que as relações humanas também estão doentes, principalmente nossas relações de poder. Seja na igreja, na família, todas essas relações vão refletir a realidade de liberdade e opressão aos indivíduos dentro do seu grupo.
Nos últimos meses estão freqüentes as notícias referindo o descaso dos políticos com a sociedade. Casos como o do deputado que da noite para o dia se descobre ser dono de um verdadeiro castelo, cujo valor está muito superior aos seus ganhos declarados. Também vimos, nos últimos dias, o descaso dos deputados em relação às passagens aéreas, muitas delas utilizadas para turismo de deputados e familiares.Enquanto isso, muitos sofrem pela falta de saúde, de segurança, de habitação, de saneamento básico e de vida digna.
Tenho a impressão de que estamos vivendo num mundo totalmente paralelo: de um lado estão os ricos e poderosos, que com todo luxo e glamour parecem viver o paraíso na terra; de outro lado estão os pobres e necessitados, desprovidos de vida, de paz, vivendo de forma indigna, não sendo difícil ver seres humanos vivendo em situação muito pior que muitos animais de estimação.
Porém, o que vemos é um número grande de meros espectadores de tanto sofrimento. Acostumamo-nos a ver favelas sendo incendiadas, pessoas sendo esmagadas por enchentes e avalanches de terra em dias de chuva.
Nos grandes centros não é difícil ver seres humanos vivendo do lixo, comendo do lixo e sendo lixo. Já vi várias vezes homens e mulheres jogados ao chão em dias frios, de chuva, mais parecendo um amontoado de lixo do que seres humanos. Sem contar a violência policial, a violência doméstica a crianças, idosos, mulheres, todo tipo de violência.
Há descaso por todo lado. O que dizer da super-lotação dos presídios, dos hospitais? Meu artigo vem despertar que muitos se tornaram espectadores do sofrimento de muitos, nada fazem, simplesmente assistem.
A dor de muitos não nos toca mais. Não há sensibilidade na dor alheia, e o que sinto é que nessa corrida árdua em busca da própria felicidade, muitos não se sensibilizam nem mesmo com os próprios familiares.
“Quem não faz poeira, come”. Este é o ditado que rege o mundo para muitos. Em meio a tudo isso temos o sistema político, que para muitos é o grande culpado. Quero lembrar que todos estão lá devido à escolha de toda a sociedade. O sistema político é o reflexo dessa cultura que insiste em ver somente o próprio nariz.
O descaso para com o próximo é vivenciado em todo canto. Já ouvi o caso de um jovem que filmava uma pessoa atropelada, com o celular, ao invés de socorrer a pessoa que agonizava no chão.
Há uma cultura de ser espectador do sofrimento alheio. Assim como muitos assistiram à crucificação de Cristo, hoje muitos assistem à morte cruel de muitos. Em meio a tudo isso é preciso despertar uma cultura de compaixão social, ou seja, sermos despertos a fazer o bem. Mesmo com pequenas atitudes, podemos mudar essa situação de muita dor.
Assistimos em nosso aconchegante lar, pela nossa TV de última geração, as notícias de enchentes. Ouvimos o depoimento de pessoas tristes porque perderam tudo o que tinham, mas não nos sensibilizamos nem para fazer uma oração por aqueles.
Vejo igrejas mais voltadas para a vaidade de seus líderes e membros do que para a promoção da vida. Vi na TV, em um programa do Discovery Chanel, uma reportagem nos EUA onde uma igreja fornecia aos moradores atendimento médico, realizava exames e até tinha uma aparelho de tomografia. Senti-me mal ao ver aquilo, pois vi o quão pouco nós fazemos em prol do nosso próximo. Responda-me: quantas igrejas você conhece que realiza algum trabalho notório, digno como esse que estou referindo da reportagem? Acostumamo-nos a ver a entrega de cestas básicas, mas como o próprio nome diz é básica. Eu pergunto: você viveria com os itens da cesta básica? Na cesta básica não tem o alimento básico para a vida que é o leite, sem contar que os produtos na sua maioria são de qualidade inferior.
A compaixão social tem que invadir nossas vidas, nossas igrejas, nosso trabalho. Não podemos mais ser espectadores de tamanho sofrimento. Uma sociedade que se mobilize a prestar a assistência à vida, com certeza mudará o rumo de todo um país.
O grande mal que ataca a igreja é a preguiça de pensar e refletir sobre as realidades de nossa comunidade. Nossos sermões fogem das reais necessidades do povo. Somos massa de manobra da individualidade e vaidades de instituições e sistemas humanos.
Certa vez estava eu e um grupo de membros de minha igreja em uma distribuição de alimentos a mendigos, quando fomos abordados por uma senhora, que perguntou a que grupo espírita nós pertencíamos. Respondemos que éramos evangélicos, e ela de forma admirada respondeu:
Eu não sabia que evangélicos faziam caridade!!!
Guardo essa frase em minha mente até hoje. Essa frase mudou minha forma de ser evangélico e também de ver o sofrimento alheio. Não mais sou um espectador, não só porque sou evangélico, mas sim porque sou cristão, e tenho em mim as marcas de Cristo, a responsabilidade social e a compaixão social.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009


Criança!



Já fui sonho...projeto... feto...

Hoje, sou como o raiar de um novo dia,

O brotar de uma semente,

O desabrochar de uma flor!

Sou como uma doce melodia,

Com autor e partitura,

Só preciso que me "toquem" com ternura,

Para que eu possa ser gente!

Do bem, quero ser sempre contexto,

Não nasci para ser avesso!

Sou portador de sol,

Trago luz,

Alegria e esperança,

Afinal sou criança,

Imagem e semelhança de Jesus!



Walter Pimentel

MIGRAÇÃO E IMIGRAÇÃO.


MIGRAÇÃO E IMIGRAÇÃO...



IMIGRAÇÃO :


Considera-se como imigração o movimento de entrada, com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de trabalho e/ou residência, de pessoas ou populações, de um país para outro.
Imigrante não é uma profissão.
Não se deve confundir a figura do imigrante com a do
turista, que ingressa em um país apenas com o intuito de visitá-lo e depois retornar ao seu país natal.
O imigrante também não deve ser confundido com:
o
nômade, aquele que se desloca entre uma ou mais fronteiras, sem fixar residência;
o
emigrante, aquele que sai de um país com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de buscar trabalho e/ou residência em outro país;
o
colono, aquele que se desloca para uma região geralmente pouco povoada de seu país de origem, ou de um território dominado por este país, com o intuito de ali fixar residência e produzir economicamente. Esta colonização também pode se revestir de um caráter político de ocupação, dominação ou exploração de um território por um governo.
os
escravos, banidos, deportados ou exilados, aqueles deslocados de seus países de origem compulsoriamente;
os refugiados, aqueles deslocados temporariamente em razão de
guerras ou catástrofes naturais em seu país de origem.
os expatriados, aqueles trabalhadores transferidos de empresa transnacional para trabalhar em outro país.
Índice[
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1 Causas
2 Imigração nos séculos XIX e XX
2.1 Imigração da Europa
2.2 Imigração do Oriente Médio
2.3 Imigração Asiática
3 Restrições à imigração para a Europa nos primeiros anos do século XXI
4 Europa: Parlamento Europeu quer melhorar educação para os filhos de imigrantes
5 Ver também
6 Referências
7 Ligações externas
//
[
editar] Causas
A imigração em geral ocorre por iniciativa pessoal, pela busca de melhores condições de vida e de trabalho por parte dos que imigram, ou ainda para fugir de
perseguições ou discriminações por motivos religiosos ou políticos. Foi o principal motivo dos movimentos migratórios ocorridos da Europa e da Ásia para as Américas no século XIX e também no início do século XX (muito embora houvesse também o interesse na entrada de imigrantes, por razões demográficas ou para o "branqueamento" de sua população, por parte dos países de acolhimento). Esse processo também pode ser incentivada por governos de países que queiram aumentar o tamanho e/ou a qualificação de sua população, como ainda fazem, por exemplo, o Canadá e Austrália desde o século XX.



MIGRAÇÃO :


As migrações humanas tiveram lugar, em todos os tempos, e numa variedade de circunstâncias. Têm sido, tribais, nacionais, de classes ou individuais. As suas causas têm sido políticas, económicas, religiosas, ou por mero amor à aventura. As suas causas e resultados, são fundamentais para o estudo da etnologia, história política ou social, e para a economia política.
Nas suas origens naturais, podem referir-se as migrações do
Homo erectus, depois seguidas das do Homo sapiens, saindo de África, através da Euroasia, sem dúvida, usando algumas das rotas disponíveis, pelas terras, para o norte dos Himalaias, que se tornaram posteriormente a Rota da Seda, e através do Estreito de Gibraltar.
Sob a forma de
conquista, a pressão das migrações humanas, afectam as grandes épocas da história (e.g. a queda do Império Romano no Ocidente); sob a forma de migração colonial, transformou todo o mundo (e.g. a pré-história e a história dos povoados da Austrália e Américas).
A migração forçada, tem sido um meio de controle social, dentro de regimes
autoritários, mesmo sob livres iniciativas, é o mais poderoso factor, no meio social de um pais (e.g. o crescimento da população urbana). Incluem-se neste caso as migrações pendulares referidas abaixo e também as grandes imigrações, em que os migrantes se fixaram num país diferente, trazendo sua cultura e adotando a do país de acolhimento. Os recentes estudos de migrações vieram complicar esta visão dualista. Como exemplo, refira-se que boa parte dos migrantes, que nos dias de hoje mudam de país, continuam a manter práticas e redes de relações sociais que se estendem entre o país de origem e o de destino, interligando-os na sua experiencia migratória. Trata-se de um "transnacionalismo" que transcende os conceitos de migração temporária e migração permanente.

EDUCAÇÃO.

EDUCAÇÃO...

Educação engloba os processos de ensinar e aprender. É um fenômeno observado em qualquer sociedade e nos grupos constitutivos destas, responsável pela sua manutenção e perpetuação a partir da transposição, às gerações que se seguem, dos modos culturais de ser, estar e agir necessários à convivência e ao ajustamento de um membro no seu grupo ou sociedade. Enquanto processo de sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincide com os conceitos de socialização e endoculturação, mas não se resume a estes. A prática educativa formal - que ocorre nos espaços escolarizados,quer sejam da Educação Infantil à Pós Graduação - se dá de forma intencional e com objetivos determinados, como no caso das escolas. No caso específico da educação formal exercida na escola, pode ser definida como Educação Escolar. No caso específico da educação exercida para a utilização dos recursos técnicos e tecnológicos e dos instrumentos e ferramentas de uma determinada comunidade, dá-se o nome de Educação Tecnológica.

VIDA RELIGIOSA, REALIZAÇÃO E MISSÃO ou REPETIÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE CONFLITOS...


VIDA RELIGIOSA, REALIZAÇÃO E MISSÃO ou REPETIÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE CONFLITOS...



É muito comum presenciarmos (pra não dizer que somos nós mesmos) pessoas que vivem sofrendo, pessoas que tem sempre uma grande razão para sofrer. Estão insatisfeitas, parece que tudo e todos estão contribuindo para a sua preocupação, o seu sofrimento, a sua dor.
Tem pessoas que simplesmente vão arrastando a sua vida, repetindo algo que é desagradável, indesejável, enfim, que é doloroso. Porém, parecem não querer ou poder mudar de vida. Parece que carregam um fardo ou uma cruz muito pesada. Mas o que é mais estranho é que a pessoa não larga este peso. Ao presenciarmos alguém assim, no primeiro momento corremos o risco de perder a paciência e abandonar tal pessoa, porém trata-se de algo muito mais complexo do que parece.
Chamo a atenção aqui, para uma categoria, aos olhos de muitos, e equivocadamente, aos seus próprios olhos, como alguém que não tem problemas, que só tem solução, ou ao menos uma palavra certa na hora certa. Refiro-me aqui, às pessoas que se encontram na Vida Religiosa e/ou Sacerdotal. Estas são pessoas muitas das vezes queridas, admiradas e buscadas pelos leigos como alguém que possa lhes indicar uma solução para os seus problemas, como alguém que tem uma resposta pronta, uma solução para os seus problemas, “religiosos”, afetivos, profissionais; enfim, como um verdadeiro sábio que poderá com muita facilidade dizer: meu filho faça isso... Faça aquilo... Resolvendo assim o seu problema.
Tal confiança que vem de fora, por um lado é positiva, e tem mesmo a ver com a proposta da Igreja àqueles que nela se ingressam: estar a serviço da Igreja e do povo de Deus. Mas esta mesma confiança que por um lado é uma forma de reconhecimento e confiança na consagração/ordenação feita por este sujeito, por outro lado, joga o sujeito numa certa solidão e desolação, de modo que ele acaba se sentindo só, como alguém que tem que responder às necessidades de um povo muita das vezes sofrido e cansado. E neste caso, aos poucos, o religioso ou padre sente-se muito só e angustiado, às vezes sofrendo, mas sem saber o que fazer para se ajudar, senão através da oração e das celebrações as vezes tão solenes, mas em alguns casos tão distante da sua própria vida sofrida e pesada.
Em um livro de John Power, que eu não saberia dizer agora o nome, ele afirma que o poder nos torna cada vez mais solitários. Ele se remete à figura do padre. Durante a sua caminhada, este é amigo de todos, ou pelo menos não é temido ou respeitado excessivamente pelos demais, pois trata-se apenas de mais um postulante, seminarista ou noviço, um como os outros. Mas à medida que este vai avançando na sua formação, vai passando por etapas diferentes: professo simples, professo solene, diácono, sacerdote, superior, prior, às vezes bispo e outras coisas mais. À medida que isto vai acontecendo, o mesmo vai se tornando referência e autoridade diante das demais pessoas, e também diante da sua própria comunidade. Às vezes amadas, mas também odiadas ou ao menos temidas. Certo é, que vai se tornando cada vez mais importantes, as vezes pessoas respeitadas por suas habilidades e indiscutivelmente com um status, um título até hoje respeitado até mesmos pelos mais laicos.
Agora a questão é: como é que uma pessoa tão “importante” pode precisar de ajuda, pode procurar alguém “menor” do que ele, senão para exercer uma simples atividade? Pois é, deste modo as buscas às demais pessoas, pode ser apenas para resolver uma questão simples, uma atividade operacional apenas. Mas onde é que está a subjetividade deste sujeito paramentado de santidade, pessoa que lida com “o sagrado”, que atende confissões dos pecadores, que fala para os casais que estão em crise? Pessoa que na sua função de profeta, anuncia e denuncia, pessoa que fala de amor, justiça, fraternidade e solidariedade, mas que às vezes vive tão só. E em alguns casos em distonia com muitas dessas questões?
Isto acontece não necessariamente por arrogância do religioso e/ou sacerdote, mas em muitos casos porque a demanda que lhe é dirigida é tão grande que ele parece não ter o direito de demandar. Vale lembrar que algumas palavras do ritual da profissão religiosa contribui para esta situação, para este sentimento mesmo que forçado, de superioridade: “você está sendo despido do homem velho e revestido do homem novo”. Frases como esta, em si não são nada mal, ao contrário, são até muito positivas, e deveria ser para todos, mas é utilizado na nossa profissão, criando assim um diferencial ideológico e até utópico em relação a este “novo homem”.
Outra questão que me parece bastante relevante é o estilo de vida que levamos, normalmente em casas grandes, confortáveis e bém montadas, mesmo que seja em bairros da periferia. Somos direcionados para os estudos e um pouco de pastoral (neste caso somos pastores e os demais são ovelhas). Criamos nas nossas casas uma espécie de debate, muitas das vezes filosóficos, fazendo do refeitório aerópagos e/ou auditórios, repetimos Platão, Sócrates e outros mais em discursões as vezes intermináveis, mas isto nem sempre predomina, até porque não leva a lugar nenhum. Mas que por alguns momentos nos faz sentir superiores, e muitas das vezes buscamos mesmo sustentar esse lugar de detentor do saber e até mesmo da verdade.
Bom, voltamos então à questão do sofrimento, razão pela qual foi feita toda uma analogia numa tentativa de remeter à complexidade do nosso estilo de vida e da nossa complexidade. O que pode nos afetar tanto positivo quanto negativamente. Tendo em vista a missão da Igreja, e o seu desejo de contribuir para um mundo melhor, razão que a coloca em uma situação privilegiada em relação às demais instituições, sabemos, e não podemos em momento algum ficar ingênuos diante dos candidatos que aparecem, pois várias são as razões que contribuem para esta busca. E não podemos esquecer que para cada instituição, para cada congregação ou ordem religiosa, existe um perfil diferenciado, de acordo com o seu carisma e a sua missão.
Mas se determinada comunidade religiosa deixa de levar em conta esses critérios, o que acontece é um amontoado de gente, cada um caminhando em uma direção, com um mesmo discurso, porém com uma prática e objetivos diferentes. E assim corre-se o risco de “ir levando a vida e a formação”, cada um na sua. Cada um com o seu poder, com a sua função e mais tarde, com a sua paróquia, “eu não mexo com você, e você não mexe comigo” um verdadeiro pacto de sobrevivência.
Deste modo, pode-se resultar em pessoas tristes, solitárias e sem muita perspectiva, direcionando suas necessidades inclusive afetivas a coisas, objetos e até mesmo a pessoas, porém sem nunca admitir a realidade, o que realmente buscam e/ou desejam. E o pior de tudo, raramente buscando ajuda, até porque nesta altura, já não se acredita mais na possibilidade. Acaba se acomodando ao sofrimento, e quando o mal aperta, recorre ao chás, afagos e carinhos de pessoas mais próximas, as vezes tomando um calmante e dizendo que está estressada, que é devido ao excesso de trabalho. E assim vai levando a sua vida amargurada, mas sem nunca enfrentar a verdadeira situação, sem buscar ajuda de um profissional adequado. Enquanto isso, o corpo padece com as mais diversas formas de conversões e fenômenos psicossomáticos.
Outra situação comum entre as pessoas, e portanto também no meio religioso, é a questão da culpa. Tentarei exemplificar tal situação: certa pessoa tem uma origem humilde, ou seja, veio de uma família pobre, bastante sofrida. Mas esta pessoa, ao contrário da sua família consegue estudar, e sobretudo ao se tornar religioso, consegue uma posição de destaque, de status até; tornando-se referência ao menos na sua família; porém, esta pessoa não consegue se dedicar livremente à sua conquista. É como se estivesse traindo da sua família e ignorando as suas raízes. A pessoa sente como se estivesse se apropriando de algo que não lhe pertencesse, e em muitos casos, não dá conta de levar uma vida digna e comunitária. Acaba estragando tudo, seja em comportamentos que não condizem com a sua condição, ou até mesmo em bebedeiras ou atitudes de inferioridade, arrogância ou embotamento junto à sua comunidade, tornando-se um peso para os demais, seja pela sua radicalidade, por sentir-se exluído ou pela indiferença.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Matheus 6, 19 - 21.


19
Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;


20
Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam.


21
Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.


www.google.com.br - bilia online.
Sociedade Capitalista:

Pode ser que a nossa vida seja miserável, que estejamos sempre descontentes, que a depressão seja companheira inseparável ou que a felicidade seja uma utopia; mesmo assim, é muito difícil questionarmos a sociedade em que vivemos porque ela já está pronta desde que nascemos. Parece que ela sempre existiu e que o mundo é assim mesmo e não é possível modificá-lo. Na verdade, a sociedade em que vivemos não é a mesma de outras que existiram em outras épocas. O mundo está sempre em constante modificação e não há nada que seja realmente definitivo. Cabe aos homens decidir em que tipo de sociedade eles querem viver. Para isso é importante entender quais são as características que tornam a nossa sociedade um caso particular. A partir daí, vamos ver se gostamos ou não do jeito que ela é e o que podemos fazer para mudar a cara dessa sociedade.

MITO DA CAVERNA!

Mito da caverna:

Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.
Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

musica: O que´é, o que é... artista: Gonzaguinha.

O QUE É, O QUE É...
artista: Gonzaguinha.











Eu ficoCom a purezaDa resposta das criançasÉ a vida, é bonitaE é bonita...
Viver!E não ter a vergonhaDe ser felizCantar e cantar e cantarA beleza de serUm eterno aprendiz...
Ah meu Deus!Eu sei, eu seiQue a vida devia serBem melhor e seráMas isso não impedeQue eu repitaÉ bonita, é bonitaE é bonita...
E a vida!E a vida o que é?Diga lá, meu irmãoEla é a batidaDe um coraçãoEla é uma doce ilusãoHê! Hô!...
E a vidaEla é maravilhaOu é sofrimento?Ela é alegriaOu lamento?O que é? O que é?Meu irmão...
Há quem faleQue a vida da genteÉ um nada no mundoÉ uma gota, é um tempoQue nem dá um segundo...
Há quem faleQue é um divinoMistério profundoÉ o sopro do criadorNuma atitude repleta de amor...
Você diz que é luxo e prazerEle diz que a vida é viverEla diz que melhor é morrerPois amada não éE o verbo é sofrer...
Eu só sei que confio na moçaE na moça eu ponho a força da féSomos nós que fazemos a vidaComo der, ou puder, ou quiser...
Sempre desejadaPor mais que esteja erradaNinguém quer a morteSó saúde e sorte...
E a pergunta rodaE a cabeça agitaEu fico com a purezaDa resposta das criançasÉ a vida, é bonitaE é bonita...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O GRITO DOS EXCLUIDOS!!!








O dia 07 de Setembro está chegando e o Grito dos/as Excluídos/as, reafirma mais uma vez a capacidade, a força e a responsabilidade dos trabalhadores/as excluídos/as como construtores/as de uma Nação Livre e soberana.
O Grito nasceu como um movimento que reconhece o protagonismo do povo sofrido, se manifesta nas ruas, opina, atua, persiste e acredita que tem nas mãos, a possibilidade de transformação.
A aguerrida população brasileira resiste, mesmo diante da violência, do desemprego, da ganância dos banqueiros, dos latifundiários, das taxas de juros. Na resistência se solidariza se fortalece, acredita, organiza, mobiliza e pressiona para transformar a dura realidade do nosso país.
Retomar o trabalho de base, discutir, definir com a população os principais problemas e como buscar juntos as alternativas, é o eixo central do Grito dos/as Excluídos/as na construção de um Brasil mais justo e com maior igualdade econômica e social.
Apesar da atual crise política e da corrupção que assola nosso país, continuamos animados, mostrar que em nossas mãos está a chave das mudanças e reafirmar que esta é a pauta do nosso Grito por um Brasil melhor. Com muita simbologia, criatividade e ousadia, vamos fazer ecoar nosso grito, nossa voz.

Nossa Realidade:
O povo brasileiro vive um misto de desesperança, tristeza e porque não de decepção e vontade de fazer algo.
- O Brasil ainda está refém dos juros altos e do endividamento externo, o que o deixa sujeito a freqüentes ajustes fiscais exigidos pelos representantes do capital financeiro internacional;
- O governo tem se dobrado as essas exigências internacionais, encaminhado as reformas neoliberais, o que o torna incapaz de implementar políticas públicas de reforma agrária e de aplicar maiores investimentos na saúde, educação, transporte, habitação, direitos humanos, meio ambiente, entre outras;
- A sociedade brasileira está dilacerada pelo desemprego, a pobreza, a fome, pela violência a corrupção e impunidade, o que muitas vezes resulta em revolta ou indiferença por parte do povo quanto ao destino político do país.

Nossos Desafios:
- Construir um novo modelo econômico: que crie empregos, distribua renda, com investimentos nas áreas sociais.
- Promover em todo o país atividades e manifestações múltiplas e plurais que levem a tomar consciência da exclusão social e a buscar formas de combatê-la;
- Criar e fortalecer espaços de criatividade e participação popular, com nova metodologia de discussão sobre o tema da violência, numa tentativa de construir caminhos de solidariedade e paz;
- Reavivar o patriotismo consciente da sociedade brasileira, e fazer do dia 7 de setembro uma referência nacional para a organização e luta social.

Nossas Metas:
- Construir bases sólidas para a solidariedade e a paz, cujos verdadeiros alicerces são justiça e trabalho, teto e pão para todos/as;
- Realizar ações de resistência ao avanço do poder imperial, especialmente dos Estados Unidos, lutando contra a ALCA, OMC, a dívida externa a guerra e pela retirada das tropas brasileiras do Haiti;
- Pressionar para que o governo realize uma auditoria publica da divida externa e o plebiscito oficial sobre a ALCA.
- Buscar igualdade de oportunidades para todos e todas, sem discriminação, preconceito ou intolerância, seja de sexo, da cor, da raça, da nação, da língua, da cultura;
- Superar as políticas compensatórias por efetivas políticas públicas, pois, como diz o poeta, a esmola “ou vicia o cidadão ou lhe mata de vergonha”;
- Estimular o cuidado com a saúde do planeta azul, para que em seu solo e em suas águas, todas as formas de vida possam multiplicar-se, com base no uso justo e correto dos recursos naturais.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009







A juventude brasileira já foi protagonista de muitas lutas históricas, a partir da década de 60, escrevendo um importante papel na redemocratização do Brasil.
Vale lembrar do papel da União Nacional dos Estudantes (UNE) na luta contra a ditadura militar, onde vários líderes estudantis foram perseguidos e exilados. Em 1984, na campanha pelas “Diretas-Já”, novamente lá estavam os jovens na rua pedindo eleições diretas para Presidente da República. A participação inesquecível dos “caras-pintadas”, em 1992, foi fundamental no impeachment do então presidente Collor.
Os movimentos culturais da juventude andaram de mãos dadas com a política, mostrando através das artes o engajamento político dos jovens brasileiros. Foi assim com Chico Buarque e Geraldo Vandré na década de 60, o movimento tropicalista na década de 70, o rock brazuca dos anos 80, com Renato Russo questionando “que país é este?”. Sem falar do teatro, no cinema-novo de Glauber Rocha e vários outros.
Lembro com muita saudade dos meus tempos de Grêmio Estudantil do Colégio Pinheirense, do Diretório Central dos Estudantes da Ufma. Fazíamos teatro, escrevíamos jornal, participávamos de reuniões de partidos políticos e discutíamos projetos para apresentar aos candidatos durante o período eleitoral. Tudo isso foi importante na minha formação política, social e humanista.
Confesso que atualmente estou deveras preocupado com a apatia política que se abate sobre a juventude. Diante de tantos escândalos envolvendo políticos é até natural surgir um abismo entre a juventude e a política brasileira. Mas, outros dados assustam, como uma pesquisa do Vox Populi que aponta que 60% dos entrevistados não se lembravam em qual candidato haviam votado nas duas últimas eleições, pasmem!
Estamos mais pobres culturalmente, também. Enquanto outrora a orientação de um Geraldo Vandré era “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”, ou de Cazuza “ideologia, eu quero uma pra viver!”, hoje o grito de guerra que chega do brega e do forró eletrônico é: “bagaceira, cabaré e cachaça, no risca faca, tô nem aí...!”. E tome alienação!
Não devemos esquecer nunca o alerta do pensador alemão Bertold Brecht, de que “o pior analfabeto é o analfabeto político”. A indiferença da juventude em relação aos acontecimentos políticos poderá agravar os problemas que já temos como falta de universidades, de emprego, de oportunidades; além de favorecer o surgimento do pior de todos os bandidos, como conclui Brecht “...que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.” Não percamos a esperança, jamais!





Na cultura chinesa os valores tradicionais eram derivados da versão ortodoxa do confucionismo, que era ensinado nas escolas e fazia até parte dos exames da administração pública imperial. Os líderes que dirigiram os esforços para mudar a sociedade chinesa depois do estabelecimento da República Popular da China em 1949 foi elevado na antiga sociedade e foi marcado com seus valores. Embora fossem revolucionários conscientes, não tiveram nenhuma intenção de transformar a cultura chinesa completamente. Como administradores práticos, os líderes do partido comunista chinês buscaram mudar alguns aspectos tradicionais, como a posse da terra e a educação rural, enquanto conservam outros, como a estrutura familiar. As mudanças na sociedade chinesa foram menores e menos consistentes do que as reivindicações dos porta-vozes oficiais.



O que é o hinduísmo
Principal religião da Índia, o Hinduísmo é um tipo de união de crenças com estilos de vida. Sua cultura religiosa é a união de tradições étnicas. Atualmente é a terceira maior religião do mundo em número de seguidores. Tem origem em aproximadamente 3000 a.C na antiga cultura Védica.
O Hinduísmo da forma que o conhecemos hoje é a união de diferentes manifestações culturais e religiosas. Além da Índia, tem um grande número de seguidores em países como, por exemplo, Nepal, Bangladesh, Paquistão, Sri Lanka e Indonésia.
Crenças
Aqueles que seguem o Hinduísmo devem respeitar as coisas antigas e a tradição; acreditar nos livros sagrados; acreditar em Deus; persistir no sistema das castas (determina o status de cada pessoa na sociedade); ter conhecimento da importância dos ritos; confiar nos guias espirituais e, ainda, acreditar na existência de encarnações anteriores.
O nascimento de uma pessoa dentro de uma casta é resultado do karma produzido em vidas passadas. Somente os brâmanes, pertencentes as castas "superiores" podem realizar os rituais religiosos hindus e assumir posições de autoridade dentro dos templos.
Divindades
Os hindus são politeístas (acreditam em vários deuses). São os principais: Brahma (representa a força criadora do Universo); Ganesa (deus da sabedoria e sorte); Matsya (aquele que salvou a espécie humana da destruição); Sarasvati (deusa das artes e da música); Shiva (deus supremo, criador da Ioga), Vishnu (responsável pela manutenção do Universo).
HONESTIDADE!


De que adianta você falar que acredita nos seus sonhos, se no fundo você não tem coragem de enfrentar os obstáculos necessários para conquista-los?Imagine que na sua vida existe um grande terreno..esse terreno se chama \"terreno dos Objetivos\", que as \"ARVORES\" NÃO SE CHAMAM ARVORES, SE CHAMAM \"SONHOS\".E que o fruto do sonho e a realização dele. Mas essa arvore (sonho)tem que ser regada com as lágrimas de suas derrotas, com o suor do seu esforço, e adubado com esperança;Só assim a arvore (sonho)pode gerar seus frutos e você poderá colhe-los com as luvas da honestidade.mas lembre-se: se não cuidar das sementes que plantou, elas nunca vão se transformar em Arvores para que você possa subi-las e alcançar os frutos dos seus sonhos, pois o único lugar em que o sucesso vem antes do trabalho, e no dicionário.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Artigo sobre amizade


ARTIGO SOBRE AMIZADE:

A solidão é o sentimento de não ser lembrado por ninguém. E atinge níveis insuportáveis quando se está só e com muita gente em volta. A adolescência é a fase em que se está mais sensível a estes aspectos. Por um lado tomamos conhecimento de nossa intimidade, e procuramos estar a sós para nos descobrirmos. Por outro lado sentimos necessidade de estar com os outros. O adolescente amadurece se consegue harmonizar este antagonismo.
A virtude da lealdade é normalmente o elo de ligação de uma turma. Por terem algo em comum, se sentem solidários e "vestem a camisa". É a turma do play, da rua, da praia, do futebol, etc... Defendem-se uns aos outros como defendemos o nosso time, o nosso colégio, a nossa rua, o nosso país.
Cada um dos componentes desta turma está amadurecendo interiormente, e purificando os próprios valores. O antagonismo acontece quando tais valores não se alinham aos da "turma". O risco que corremos é de nos deixar "corromper" pela opinião da maioria para sermos aceitos... para não nos sentirmos sós. E a turma, por vezes, é cruel. Se você não está com eles, então não lhes é "leal" e é repudiado. E este repúdio acontece pois o elo principal que une a turma é a lealdade e não a amizade.
Existem dois fatores que diferenciam a nossa relação com os nossos amigos da nossa relação com a turma. A primeira deles é a simpatia mútua, o que é coisa rara. É claro que, em uma turma, contamos nos dedos de uma mão aqueles com quem temos afinidade irrestrita.
E o que o adolescente descobre é que tem um tesouro dentro de si que não deve ser lançado aos quatro ventos. Somente alguns poucos são convidados a compartilhar deste tesouro... os nossos amigos.
Este é, inclusive, um condicionante para o surgimento de uma verdadeira amizade. O descobrimento da própria intimidade. Pois se não tivermos descoberto os valores que trazemos em nós, o que teremos a compartilhar? Por esta razão somente a partir da adolescência nascem as grandes amizades.
O segundo aspecto que diferencia a nossa relação com os nossos amigos da nossa relação com a turma, é o interesse que há pela melhora mútua. Os nossos amigos querem o melhor para nós!!! Se descobrem valores verdadeiros no outro, querem preservá-los e potencializá-los. E ambos crescem.
Que grande responsabilidade temos nós na escolha da "turma" com quem andamos!! O exercício da amizade se inicia na seleção daqueles aos quais abriremos nossa intimidade.
Não vamos nem supor que somos daqueles "maria vai com as outras" que entra na onda da turma para ser aceito por ela. Podemos ter alguma habilidade que nos faz aceito. E a nossa autoconfiança excessiva pode nos levar a crer que estaremos pouco sujeitos às influências daqueles valores que a turma compartilha... e com os quais não concordamos.
Corremos o risco de acontecer uma forte empatia com algum dos membros daquela turma. Aí abrimos nossa intimidade, e podemos terminar contaminados por aquela amizade inconveniente. E em vez de melhorarmos como pessoa, pioramos.
Um grande passo que dá o adolescente, apesar de chamar a todos de amigos, é reconhecer que existem aqueles que são companheiros de interesse em comum, e, dentre estes, alguns poucos que são nossos amigos de verdade, que são nossos torcedores incondicionais, que querem o melhor para nós, e que são capazes de, por nós, colocar a mão no fogo. Amizade, uma grande criação de Deus. Quem tem um grande amigo desconhece o que seja a solidão!!!

quinta-feira, 4 de junho de 2009


RELIGIAO AFRICANA
A Religião na África é multifacetada. A maioria dos africanos são adeptos do cristianismo e islamismo. Muitos também praticam as religiões tradicionais africanas. Estas religiões são freqüentemente adaptadas aos contextos culturais indígenas e sistemas de crença ou fazem sincretismo paralelamente cristianismo e islamismo.
budismo:
O cristianismo começou no século I como uma seita do judaísmo, partilhando por isso textos sagrados com esta religião, em concreto o Tanakh, que os cristãos denominam de Antigo Testamento. À semelhança do judaísmo e do islão, o cristianismo é considerado como uma religião abraâmica.
Já existia na África por mais de dois milênios. A Igreja Ortodoxa, hoje proeminente no Egito,Etiópia e Eritréia, foi, segundo as Escrituras cristãs, estabelecida pelo Apóstolo Mark aproximadamente 42 A.C, durante o período colonial, bem como evangelismo e Pentecostalismo. Nos tempos modernos, foi firmemente estabelecido o cristianismo na África, especialmente na África central, sul e leste e em torno do golfo da Guiné-bissau.
hinduismo:
A história do hinduísmo na África é relativamente recente, em comparação com a história do Islão, o Cristianismo ou Judaísmo. No entanto, a presença de seus praticantes na África remonta aos tempos pré-coloniais, até a época medieval.
islão:
Islão tem adeptos em toda a África. É a religião dominante na África do Norte, e também proeminente na África Ocidental (sobretudo na Costa do Marfim, Gana norte, sudoeste e norte da Nigéria), no Nordeste de África e ao longo da costa da África Oriental.
judaismo:
Existem várias comunidades Africanas adeptas do judaísmo dispersos por todo o continente Africano, incluindo o Beta Israel da Etiópia, o Abayudaya de Uganda, a Casa de Israel no Gana e os Lemba da África Austral.
religiao tradicional:
A tradicional religião africana engloba uma grande variedade de crenças tradicionais. Tradicionais costumes religiosos são, por vezes, partilhada por muitos Africanos, mas são geralmente exclusivo para grupos étnicos específicos. Muitos Africanos cristãos e muçulmanos mantem alguns aspectos de suas religiões tradicionais













As quatro virtudes...

Estudamos como a Fé, a Esperança e a Caridade, as virtudes teologais, nos tornam capazes de conhecer e amar a Deus. Elas são virtudes inteiramente voltadas para Deus.
Mas existem muitas virtudes que não são voltadas diretamente para Deus, mas sim para o nosso comportamento, nossa atitude, nossas ações; elas nos ajudam a bem agir, a fugir do pecado, a vencer as tentações. Por isso, indiretamente, elas nos levam a Deus. São as virtudes morais, ou seja, virtudes que nos ajudam a bem agir.
Quatro delas são mais importantes do que as outras porque regulam a atividade de todas as demais. São as chamadas virtudes cardeais. Por que esse nome?
Cardo, em latim, quer dizer dobradiça, eixo em torno do qual gira alguma coisa. No caso da dobradiça, gira a porta, no caso do eixo da terra, giram os quatro pontos cardeais. No caso das virtudes, em torno das quatro virtudes cardeais, giram as outras virtudes, como veremos adiante.
Quais são estas virtudes cardeais? a Prudência, a Justiça, a Força e a Temperança. Vamos começar estudando cada uma dessas quatro virtudes cardeais, depois veremos as outras virtudes morais.
A Virtude da Prudência
Prudência é a virtude que nos ajuda a escolher. Não se trata de escolher coisas fúteis e bobas. A Prudência nos ajuda a escolher os meios adequados para realizar o bem e vencer o mal. É uma escolha muito importante e que a qualquer momento precisamos fazer.
Vou estudar ou vou brincar? Depende da hora! Se for hora de estudar, vamos estudar, se for hora de brincar, vamos brincar. É a Prudência que nos ajuda a compreender essas coisas. Ela aproveita a hora propícia, o lugar acertado onde devemos estar e nos impede de tomar decisões precipitadas. O lema dela é: fazer o que é certo, na hora certa, no lugar certo. A Prudência, iluminada pela nossa Fé e ajudada pela graça santificante, nos leva a escolher os atos bons que são o caminho da nossa salvação.
É sobre esta Prudência que Jesus fala no Evangelho: «Eis que vos mando como ovelhas no meio de lobos. Sêde, pois, prudentes como a serpente e simples como as pombas.» (S. Mat. X, 16) e também: «Quem julgas que é o servo fiel e prudente, a quem o seu senhor constituiu sobre a sua família, para lhe distribuir de comer a tempo?» (S. Mat. XXIV, 45).
Mas, como o contrário da virtude é o vício, podemos pecar contra a Prudência de dois modos:
. Por falta de prudência - é o vício da imprudência, que pode ser por: precipitação - agimos sem refletir ou descuido - refletimos no que vamos fazer mas fazermos mal feito.
. Por excesso de Prudência – astúcia: ser prudente no mal, nas coisas erradas, no pecado; – cuidados excessivos com a vida material: dinheiro, vaidade, comprar muitas coisas, etc.
A Virtude da Justiça
Deus entregou a terra a Adão para que ele e seus filhos a plantassem e tirassem dela o seu sustento. O homem usou e usa as coisas da natureza para comer, para vestir, para fabricar objetos necessários à sua vida. Como filhos de Deus e tendo recebido a terra como herança, os homens podem possuir suas coisas, sua terra, sua casa, seus objetos, que lhe são necessários para viver e para alimentar sua família. É fácil compreender que nem sempre haverá um acordo entre os homens sobre a possessão desses bens materiais.
Para ajudá-los a viver em paz e a possuir com boa medida o que lhes é necessário, Deus nos deu a virtude de justiça, pela qual nós queremos, com nossa boa vontade, dar aos outros o que lhes é devido, protegendo também o que nos pertence e, sobretudo, dar a Deus o que Ele nos pede, no seu amor por nós: amor, dedicação, louvor, etc.
Vamos ilustrar o que dissemos com alguns exemplos:
Quando tomamos emprestado um objeto, a virtude da justiça nos leva a querer devolvê-lo no tempo estipulado, pois sabemos que a pessoa que nos emprestou pode ficar prejudicada se não recebê-lo de volta.
Quando compramos um objeto, é justo que paguemos o seu valor.
Quando assinamos um contrato com alguém, devemos cumpri-lo (como o matrimônio é um contrato passado diante de Deus, a virtude da justiça nos impede de querer nos separar, pois no contrato do matrimônio aceitamos viver para sempre com a pessoa com quem casamos.
Porém, não basta que os homens tenham entre si esse relacionamento de justiça. A vida na sociedade é muito complicada e foi preciso se organizar um governo que ajudasse os homens a viverem juntos numa mesma cidade, num mesmo país. Por isso, a virtude da justiça vai também atuar no relacionamento dos homens com o governo, quer ele seja um prefeito, um guarda de trânsito, o presidente ou um rei. Os homens devem obedecer às leis estabelecidas pelas autoridades, enquanto que a autoridade deve atuar de forma igual para com todos, ajudando os bons e castigando os maus.
É a virtude da justiça que forma as bases do 7°, do 8° e do 10° mandamento da Lei de Deus. Não podemos furtar, nem levantar falso testemunho, nem cobiçar as coisas alheias, pois todos esses atos ferem a virtude da justiça, entre outras.
Devemos também considerar que quando cometemos um pecado contra a virtude da justiça, em certos casos, não basta o arrependimento e a confissão. Nós lesamos o próximo tirando dele um bem material que lhe pertence. Devemos, então, fazer o possível para devolver aquele bem, de modo a restabelecer a justiça ferida pelo nosso ato. É o que se chama de restituição. Igualmente, quando pecamos contra o 8° mandamento, devemos retratar a reputação do próximo ferida por nossa mentira, calúnia ou maledicência.
A Virtude da Força
Já podemos perceber como nossa vida vai depender da presença das virtudes em nossa alma. A vida do católico deve ser um exemplo de fidelidade à lei de Deus, aos seus mandamentos, à natureza humana, com todas as suas riquezas, mas também com todas as suas exigências. Muitas vezes parecerá difícil a realização dos nossos deveres para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo. Para que nós tivéssemos mais ânimo neste combate do dia a dia, Deus Nosso Senhor nos deu a virtude da Força.
A Força é a virtude que dá à nossa vontade a energia necessária para vencer os obstáculos que nos atrapalham na prática do bem. Devemos resistir, quer dizer, permanecer firmes na Fé, apesar dos ataques dos nossos inimigos e das nossas fraquezas pessoais. Devemos agir; ter Força é manifestar espírito de iniciativa, alegria na realização do dever de estado, perseverança no combate contra nossas paixões: o orgulho, o egoísmo, a raiva, a sensualidade, etc. Praticando os atos da virtude de Força, conseguiremos, com a graça de Deus, vencer as tentações, fugir dos pecados e das ocasiões de pecado que nos chamam com tanta força para o mal.
Vejamos alguns exemplos: na hora de estudar, sentimos aquela vontade de ir ver televisão... Sem a virtude da Força, cederemos à tentação e faltaremos ao nosso dever de estudar. Na escola, uma amiga ou um amigo virá nos mostrar uma revista cheia de figuras indecentes... A virtude da Força nos ajudará a não querer olhar. A toda hora precisamos dela: para trabalhar, para rezar com devoção e piedade, para estudar, para ajudar ao próximo, etc.
Os pecados contra a Força
Os pecados e vícios contra a virtude da Força se manifestam em nós do seguinte modo:
.Acanhamento ou pusilanimidade - quando a pessoa não se decide a fazer o que deve, fica sempre na dúvida: é certo ou errado, devo fazer assim ou de outro modo, e acaba não fazendo o que deve.
.Covardia - quando a pessoa foge da sua obrigação por medo.
.Respeito humano - é uma espécie de covardia que nos leva a não agir corretamente por medo das zombarias.
.Temeridade - quando uma pessoa se expõe sem necessidade ao perigo e à morte (falsa coragem).
A Temperança
A virtude da Temperança vem completar o quadro das quatro virtudes cardeais. Ela é o freio da nossa alma. A temperança é a virtude pela qual usamos com moderação dos bens temporais, quer eles sejam comida, bebida, sono, diversão, sexo, conforto, etc. Ela nos ensina a usar essas coisas na hora certa, no tempo certo, na quantidade adequada. Ela nos ensina que certos atos são reservados a certas situações

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Para a 7ª série=> www.culturareligiosa-roberto.blogspot.comtransponha todos os links1- Em poucas palavra diga quem é Deus e como podemos manifestá-lo em nossa vida (lembre-se do mandamento do amor).2- Apresente um personagem que se destacou na história por seu amor ao povo sofrido e por sua luta para amenizar o sofrimento das pessoas e pela construção da dignidade humana (proposta Helder Câmara, Ir. Dulce, Madre teresa de Calcutá, Martin Luther King, Ghandi...).3- transcreva o poema canto de libertação de José Herculano Pires e ponha uma ilustração adequada...4-Em sintonia com o projeto África, teça um pequeno comentário sobre a religião dos povos africanos...5- Proponha maneiras de desenvolvermos gestos de cidadania (solidariedade, partilha, respeito etc) em nossa escola.6- Escreva o texto sobre a Declaração universal dos direitos humanos...7- escolha um vídeo que denuncie a fome no continente Africano.8- 1º de maio é dia do trabalho. Que mensagem você daria, de fé e esperança a classe trabalhadora brasileira?
Brenda

quinta-feira, 23 de abril de 2009

QUEM É DEUS? VOCÊ NÃO SABE?! ENTÃO LEIA ESSE TEXTO QUE VOCÊ VAI SABER QUEM ELE E REALMENTE!

QUEM É DEUS?

Deus criou todas as coisas, mas ninguém o criou. Deus é eterno e sempre existiu e sempre existirá. Ainda que todas as estrelas se apaguem e todos os planetas são estintos, ele criará outros.

Mas, como sabemos que Deus existe, se não podemos vê-lo com os olhos nem ouvi-li com os ouvidos ?

Embora algumas pessoas não acreditem na existência de Deus, as que acreditam sabem que ele existe por que o universo e tão belo, tão perfeito, tão harmonioso, que só pode ter sido criado por um ser muito inteligênte, bom, poderoso e perfeito.