quinta-feira, 20 de agosto de 2009







A juventude brasileira já foi protagonista de muitas lutas históricas, a partir da década de 60, escrevendo um importante papel na redemocratização do Brasil.
Vale lembrar do papel da União Nacional dos Estudantes (UNE) na luta contra a ditadura militar, onde vários líderes estudantis foram perseguidos e exilados. Em 1984, na campanha pelas “Diretas-Já”, novamente lá estavam os jovens na rua pedindo eleições diretas para Presidente da República. A participação inesquecível dos “caras-pintadas”, em 1992, foi fundamental no impeachment do então presidente Collor.
Os movimentos culturais da juventude andaram de mãos dadas com a política, mostrando através das artes o engajamento político dos jovens brasileiros. Foi assim com Chico Buarque e Geraldo Vandré na década de 60, o movimento tropicalista na década de 70, o rock brazuca dos anos 80, com Renato Russo questionando “que país é este?”. Sem falar do teatro, no cinema-novo de Glauber Rocha e vários outros.
Lembro com muita saudade dos meus tempos de Grêmio Estudantil do Colégio Pinheirense, do Diretório Central dos Estudantes da Ufma. Fazíamos teatro, escrevíamos jornal, participávamos de reuniões de partidos políticos e discutíamos projetos para apresentar aos candidatos durante o período eleitoral. Tudo isso foi importante na minha formação política, social e humanista.
Confesso que atualmente estou deveras preocupado com a apatia política que se abate sobre a juventude. Diante de tantos escândalos envolvendo políticos é até natural surgir um abismo entre a juventude e a política brasileira. Mas, outros dados assustam, como uma pesquisa do Vox Populi que aponta que 60% dos entrevistados não se lembravam em qual candidato haviam votado nas duas últimas eleições, pasmem!
Estamos mais pobres culturalmente, também. Enquanto outrora a orientação de um Geraldo Vandré era “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”, ou de Cazuza “ideologia, eu quero uma pra viver!”, hoje o grito de guerra que chega do brega e do forró eletrônico é: “bagaceira, cabaré e cachaça, no risca faca, tô nem aí...!”. E tome alienação!
Não devemos esquecer nunca o alerta do pensador alemão Bertold Brecht, de que “o pior analfabeto é o analfabeto político”. A indiferença da juventude em relação aos acontecimentos políticos poderá agravar os problemas que já temos como falta de universidades, de emprego, de oportunidades; além de favorecer o surgimento do pior de todos os bandidos, como conclui Brecht “...que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.” Não percamos a esperança, jamais!





Na cultura chinesa os valores tradicionais eram derivados da versão ortodoxa do confucionismo, que era ensinado nas escolas e fazia até parte dos exames da administração pública imperial. Os líderes que dirigiram os esforços para mudar a sociedade chinesa depois do estabelecimento da República Popular da China em 1949 foi elevado na antiga sociedade e foi marcado com seus valores. Embora fossem revolucionários conscientes, não tiveram nenhuma intenção de transformar a cultura chinesa completamente. Como administradores práticos, os líderes do partido comunista chinês buscaram mudar alguns aspectos tradicionais, como a posse da terra e a educação rural, enquanto conservam outros, como a estrutura familiar. As mudanças na sociedade chinesa foram menores e menos consistentes do que as reivindicações dos porta-vozes oficiais.



O que é o hinduísmo
Principal religião da Índia, o Hinduísmo é um tipo de união de crenças com estilos de vida. Sua cultura religiosa é a união de tradições étnicas. Atualmente é a terceira maior religião do mundo em número de seguidores. Tem origem em aproximadamente 3000 a.C na antiga cultura Védica.
O Hinduísmo da forma que o conhecemos hoje é a união de diferentes manifestações culturais e religiosas. Além da Índia, tem um grande número de seguidores em países como, por exemplo, Nepal, Bangladesh, Paquistão, Sri Lanka e Indonésia.
Crenças
Aqueles que seguem o Hinduísmo devem respeitar as coisas antigas e a tradição; acreditar nos livros sagrados; acreditar em Deus; persistir no sistema das castas (determina o status de cada pessoa na sociedade); ter conhecimento da importância dos ritos; confiar nos guias espirituais e, ainda, acreditar na existência de encarnações anteriores.
O nascimento de uma pessoa dentro de uma casta é resultado do karma produzido em vidas passadas. Somente os brâmanes, pertencentes as castas "superiores" podem realizar os rituais religiosos hindus e assumir posições de autoridade dentro dos templos.
Divindades
Os hindus são politeístas (acreditam em vários deuses). São os principais: Brahma (representa a força criadora do Universo); Ganesa (deus da sabedoria e sorte); Matsya (aquele que salvou a espécie humana da destruição); Sarasvati (deusa das artes e da música); Shiva (deus supremo, criador da Ioga), Vishnu (responsável pela manutenção do Universo).
HONESTIDADE!


De que adianta você falar que acredita nos seus sonhos, se no fundo você não tem coragem de enfrentar os obstáculos necessários para conquista-los?Imagine que na sua vida existe um grande terreno..esse terreno se chama \"terreno dos Objetivos\", que as \"ARVORES\" NÃO SE CHAMAM ARVORES, SE CHAMAM \"SONHOS\".E que o fruto do sonho e a realização dele. Mas essa arvore (sonho)tem que ser regada com as lágrimas de suas derrotas, com o suor do seu esforço, e adubado com esperança;Só assim a arvore (sonho)pode gerar seus frutos e você poderá colhe-los com as luvas da honestidade.mas lembre-se: se não cuidar das sementes que plantou, elas nunca vão se transformar em Arvores para que você possa subi-las e alcançar os frutos dos seus sonhos, pois o único lugar em que o sucesso vem antes do trabalho, e no dicionário.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Artigo sobre amizade


ARTIGO SOBRE AMIZADE:

A solidão é o sentimento de não ser lembrado por ninguém. E atinge níveis insuportáveis quando se está só e com muita gente em volta. A adolescência é a fase em que se está mais sensível a estes aspectos. Por um lado tomamos conhecimento de nossa intimidade, e procuramos estar a sós para nos descobrirmos. Por outro lado sentimos necessidade de estar com os outros. O adolescente amadurece se consegue harmonizar este antagonismo.
A virtude da lealdade é normalmente o elo de ligação de uma turma. Por terem algo em comum, se sentem solidários e "vestem a camisa". É a turma do play, da rua, da praia, do futebol, etc... Defendem-se uns aos outros como defendemos o nosso time, o nosso colégio, a nossa rua, o nosso país.
Cada um dos componentes desta turma está amadurecendo interiormente, e purificando os próprios valores. O antagonismo acontece quando tais valores não se alinham aos da "turma". O risco que corremos é de nos deixar "corromper" pela opinião da maioria para sermos aceitos... para não nos sentirmos sós. E a turma, por vezes, é cruel. Se você não está com eles, então não lhes é "leal" e é repudiado. E este repúdio acontece pois o elo principal que une a turma é a lealdade e não a amizade.
Existem dois fatores que diferenciam a nossa relação com os nossos amigos da nossa relação com a turma. A primeira deles é a simpatia mútua, o que é coisa rara. É claro que, em uma turma, contamos nos dedos de uma mão aqueles com quem temos afinidade irrestrita.
E o que o adolescente descobre é que tem um tesouro dentro de si que não deve ser lançado aos quatro ventos. Somente alguns poucos são convidados a compartilhar deste tesouro... os nossos amigos.
Este é, inclusive, um condicionante para o surgimento de uma verdadeira amizade. O descobrimento da própria intimidade. Pois se não tivermos descoberto os valores que trazemos em nós, o que teremos a compartilhar? Por esta razão somente a partir da adolescência nascem as grandes amizades.
O segundo aspecto que diferencia a nossa relação com os nossos amigos da nossa relação com a turma, é o interesse que há pela melhora mútua. Os nossos amigos querem o melhor para nós!!! Se descobrem valores verdadeiros no outro, querem preservá-los e potencializá-los. E ambos crescem.
Que grande responsabilidade temos nós na escolha da "turma" com quem andamos!! O exercício da amizade se inicia na seleção daqueles aos quais abriremos nossa intimidade.
Não vamos nem supor que somos daqueles "maria vai com as outras" que entra na onda da turma para ser aceito por ela. Podemos ter alguma habilidade que nos faz aceito. E a nossa autoconfiança excessiva pode nos levar a crer que estaremos pouco sujeitos às influências daqueles valores que a turma compartilha... e com os quais não concordamos.
Corremos o risco de acontecer uma forte empatia com algum dos membros daquela turma. Aí abrimos nossa intimidade, e podemos terminar contaminados por aquela amizade inconveniente. E em vez de melhorarmos como pessoa, pioramos.
Um grande passo que dá o adolescente, apesar de chamar a todos de amigos, é reconhecer que existem aqueles que são companheiros de interesse em comum, e, dentre estes, alguns poucos que são nossos amigos de verdade, que são nossos torcedores incondicionais, que querem o melhor para nós, e que são capazes de, por nós, colocar a mão no fogo. Amizade, uma grande criação de Deus. Quem tem um grande amigo desconhece o que seja a solidão!!!