Matheus 6, 19 - 21.
19
Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;
20
Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam.
21
Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Sociedade Capitalista:
Pode ser que a nossa vida seja miserável, que estejamos sempre descontentes, que a depressão seja companheira inseparável ou que a felicidade seja uma utopia; mesmo assim, é muito difícil questionarmos a sociedade em que vivemos porque ela já está pronta desde que nascemos. Parece que ela sempre existiu e que o mundo é assim mesmo e não é possível modificá-lo. Na verdade, a sociedade em que vivemos não é a mesma de outras que existiram em outras épocas. O mundo está sempre em constante modificação e não há nada que seja realmente definitivo. Cabe aos homens decidir em que tipo de sociedade eles querem viver. Para isso é importante entender quais são as características que tornam a nossa sociedade um caso particular. A partir daí, vamos ver se gostamos ou não do jeito que ela é e o que podemos fazer para mudar a cara dessa sociedade.
Pode ser que a nossa vida seja miserável, que estejamos sempre descontentes, que a depressão seja companheira inseparável ou que a felicidade seja uma utopia; mesmo assim, é muito difícil questionarmos a sociedade em que vivemos porque ela já está pronta desde que nascemos. Parece que ela sempre existiu e que o mundo é assim mesmo e não é possível modificá-lo. Na verdade, a sociedade em que vivemos não é a mesma de outras que existiram em outras épocas. O mundo está sempre em constante modificação e não há nada que seja realmente definitivo. Cabe aos homens decidir em que tipo de sociedade eles querem viver. Para isso é importante entender quais são as características que tornam a nossa sociedade um caso particular. A partir daí, vamos ver se gostamos ou não do jeito que ela é e o que podemos fazer para mudar a cara dessa sociedade.
MITO DA CAVERNA!
Mito da caverna:
Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.
Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.
Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.
Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
musica: O que´é, o que é... artista: Gonzaguinha.
O QUE É, O QUE É...
artista: Gonzaguinha.

Eu ficoCom a purezaDa resposta das criançasÉ a vida, é bonitaE é bonita...
Viver!E não ter a vergonhaDe ser felizCantar e cantar e cantarA beleza de serUm eterno aprendiz...
Ah meu Deus!Eu sei, eu seiQue a vida devia serBem melhor e seráMas isso não impedeQue eu repitaÉ bonita, é bonitaE é bonita...
E a vida!E a vida o que é?Diga lá, meu irmãoEla é a batidaDe um coraçãoEla é uma doce ilusãoHê! Hô!...
E a vidaEla é maravilhaOu é sofrimento?Ela é alegriaOu lamento?O que é? O que é?Meu irmão...
Há quem faleQue a vida da genteÉ um nada no mundoÉ uma gota, é um tempoQue nem dá um segundo...
Há quem faleQue é um divinoMistério profundoÉ o sopro do criadorNuma atitude repleta de amor...
Você diz que é luxo e prazerEle diz que a vida é viverEla diz que melhor é morrerPois amada não éE o verbo é sofrer...
Eu só sei que confio na moçaE na moça eu ponho a força da féSomos nós que fazemos a vidaComo der, ou puder, ou quiser...
Sempre desejadaPor mais que esteja erradaNinguém quer a morteSó saúde e sorte...
E a pergunta rodaE a cabeça agitaEu fico com a purezaDa resposta das criançasÉ a vida, é bonitaE é bonita...
artista: Gonzaguinha.

Eu ficoCom a purezaDa resposta das criançasÉ a vida, é bonitaE é bonita...
Viver!E não ter a vergonhaDe ser felizCantar e cantar e cantarA beleza de serUm eterno aprendiz...
Ah meu Deus!Eu sei, eu seiQue a vida devia serBem melhor e seráMas isso não impedeQue eu repitaÉ bonita, é bonitaE é bonita...
E a vida!E a vida o que é?Diga lá, meu irmãoEla é a batidaDe um coraçãoEla é uma doce ilusãoHê! Hô!...
E a vidaEla é maravilhaOu é sofrimento?Ela é alegriaOu lamento?O que é? O que é?Meu irmão...
Há quem faleQue a vida da genteÉ um nada no mundoÉ uma gota, é um tempoQue nem dá um segundo...
Há quem faleQue é um divinoMistério profundoÉ o sopro do criadorNuma atitude repleta de amor...
Você diz que é luxo e prazerEle diz que a vida é viverEla diz que melhor é morrerPois amada não éE o verbo é sofrer...
Eu só sei que confio na moçaE na moça eu ponho a força da féSomos nós que fazemos a vidaComo der, ou puder, ou quiser...
Sempre desejadaPor mais que esteja erradaNinguém quer a morteSó saúde e sorte...
E a pergunta rodaE a cabeça agitaEu fico com a purezaDa resposta das criançasÉ a vida, é bonitaE é bonita...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
O GRITO DOS EXCLUIDOS!!!

O dia 07 de Setembro está chegando e o Grito dos/as Excluídos/as, reafirma mais uma vez a capacidade, a força e a responsabilidade dos trabalhadores/as excluídos/as como construtores/as de uma Nação Livre e soberana.
O Grito nasceu como um movimento que reconhece o protagonismo do povo sofrido, se manifesta nas ruas, opina, atua, persiste e acredita que tem nas mãos, a possibilidade de transformação.
A aguerrida população brasileira resiste, mesmo diante da violência, do desemprego, da ganância dos banqueiros, dos latifundiários, das taxas de juros. Na resistência se solidariza se fortalece, acredita, organiza, mobiliza e pressiona para transformar a dura realidade do nosso país.
Retomar o trabalho de base, discutir, definir com a população os principais problemas e como buscar juntos as alternativas, é o eixo central do Grito dos/as Excluídos/as na construção de um Brasil mais justo e com maior igualdade econômica e social.
Apesar da atual crise política e da corrupção que assola nosso país, continuamos animados, mostrar que em nossas mãos está a chave das mudanças e reafirmar que esta é a pauta do nosso Grito por um Brasil melhor. Com muita simbologia, criatividade e ousadia, vamos fazer ecoar nosso grito, nossa voz.
Nossa Realidade:
O povo brasileiro vive um misto de desesperança, tristeza e porque não de decepção e vontade de fazer algo.
- O Brasil ainda está refém dos juros altos e do endividamento externo, o que o deixa sujeito a freqüentes ajustes fiscais exigidos pelos representantes do capital financeiro internacional;
- O governo tem se dobrado as essas exigências internacionais, encaminhado as reformas neoliberais, o que o torna incapaz de implementar políticas públicas de reforma agrária e de aplicar maiores investimentos na saúde, educação, transporte, habitação, direitos humanos, meio ambiente, entre outras;
- A sociedade brasileira está dilacerada pelo desemprego, a pobreza, a fome, pela violência a corrupção e impunidade, o que muitas vezes resulta em revolta ou indiferença por parte do povo quanto ao destino político do país.
Nossos Desafios:
- Construir um novo modelo econômico: que crie empregos, distribua renda, com investimentos nas áreas sociais.
- Promover em todo o país atividades e manifestações múltiplas e plurais que levem a tomar consciência da exclusão social e a buscar formas de combatê-la;
- Criar e fortalecer espaços de criatividade e participação popular, com nova metodologia de discussão sobre o tema da violência, numa tentativa de construir caminhos de solidariedade e paz;
- Reavivar o patriotismo consciente da sociedade brasileira, e fazer do dia 7 de setembro uma referência nacional para a organização e luta social.
Nossas Metas:
- Construir bases sólidas para a solidariedade e a paz, cujos verdadeiros alicerces são justiça e trabalho, teto e pão para todos/as;
- Realizar ações de resistência ao avanço do poder imperial, especialmente dos Estados Unidos, lutando contra a ALCA, OMC, a dívida externa a guerra e pela retirada das tropas brasileiras do Haiti;
- Pressionar para que o governo realize uma auditoria publica da divida externa e o plebiscito oficial sobre a ALCA.
- Buscar igualdade de oportunidades para todos e todas, sem discriminação, preconceito ou intolerância, seja de sexo, da cor, da raça, da nação, da língua, da cultura;
- Superar as políticas compensatórias por efetivas políticas públicas, pois, como diz o poeta, a esmola “ou vicia o cidadão ou lhe mata de vergonha”;
- Estimular o cuidado com a saúde do planeta azul, para que em seu solo e em suas águas, todas as formas de vida possam multiplicar-se, com base no uso justo e correto dos recursos naturais.
O Grito nasceu como um movimento que reconhece o protagonismo do povo sofrido, se manifesta nas ruas, opina, atua, persiste e acredita que tem nas mãos, a possibilidade de transformação.
A aguerrida população brasileira resiste, mesmo diante da violência, do desemprego, da ganância dos banqueiros, dos latifundiários, das taxas de juros. Na resistência se solidariza se fortalece, acredita, organiza, mobiliza e pressiona para transformar a dura realidade do nosso país.
Retomar o trabalho de base, discutir, definir com a população os principais problemas e como buscar juntos as alternativas, é o eixo central do Grito dos/as Excluídos/as na construção de um Brasil mais justo e com maior igualdade econômica e social.
Apesar da atual crise política e da corrupção que assola nosso país, continuamos animados, mostrar que em nossas mãos está a chave das mudanças e reafirmar que esta é a pauta do nosso Grito por um Brasil melhor. Com muita simbologia, criatividade e ousadia, vamos fazer ecoar nosso grito, nossa voz.
Nossa Realidade:
O povo brasileiro vive um misto de desesperança, tristeza e porque não de decepção e vontade de fazer algo.
- O Brasil ainda está refém dos juros altos e do endividamento externo, o que o deixa sujeito a freqüentes ajustes fiscais exigidos pelos representantes do capital financeiro internacional;
- O governo tem se dobrado as essas exigências internacionais, encaminhado as reformas neoliberais, o que o torna incapaz de implementar políticas públicas de reforma agrária e de aplicar maiores investimentos na saúde, educação, transporte, habitação, direitos humanos, meio ambiente, entre outras;
- A sociedade brasileira está dilacerada pelo desemprego, a pobreza, a fome, pela violência a corrupção e impunidade, o que muitas vezes resulta em revolta ou indiferença por parte do povo quanto ao destino político do país.
Nossos Desafios:
- Construir um novo modelo econômico: que crie empregos, distribua renda, com investimentos nas áreas sociais.
- Promover em todo o país atividades e manifestações múltiplas e plurais que levem a tomar consciência da exclusão social e a buscar formas de combatê-la;
- Criar e fortalecer espaços de criatividade e participação popular, com nova metodologia de discussão sobre o tema da violência, numa tentativa de construir caminhos de solidariedade e paz;
- Reavivar o patriotismo consciente da sociedade brasileira, e fazer do dia 7 de setembro uma referência nacional para a organização e luta social.
Nossas Metas:
- Construir bases sólidas para a solidariedade e a paz, cujos verdadeiros alicerces são justiça e trabalho, teto e pão para todos/as;
- Realizar ações de resistência ao avanço do poder imperial, especialmente dos Estados Unidos, lutando contra a ALCA, OMC, a dívida externa a guerra e pela retirada das tropas brasileiras do Haiti;
- Pressionar para que o governo realize uma auditoria publica da divida externa e o plebiscito oficial sobre a ALCA.
- Buscar igualdade de oportunidades para todos e todas, sem discriminação, preconceito ou intolerância, seja de sexo, da cor, da raça, da nação, da língua, da cultura;
- Superar as políticas compensatórias por efetivas políticas públicas, pois, como diz o poeta, a esmola “ou vicia o cidadão ou lhe mata de vergonha”;
- Estimular o cuidado com a saúde do planeta azul, para que em seu solo e em suas águas, todas as formas de vida possam multiplicar-se, com base no uso justo e correto dos recursos naturais.
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